quarta-feira, junho 29, 2005

Eis a solução para a Segurança Social



EVERY SPERM IS SACRED

There are Jews in the world, there are Buddists,
There are Hindus and Mormons and then
There are those that follow Mohammad, but
I've never been one of them.

I'm a Roman Catholic,
And have been since before I was born,
And the one thing they say about Catholics is
They'll take you as soon as you're warm.

You don't have to be a six footer,
You don't have to have a great brain,
You don't have to have any clothes on,
You're a Catholic the moment Dad came, because

Every sperm is sacred,
Every sperm is great,
If a sperm is wasted,
God gets quite irate.

Every sperm is sacred,
Every sperm is great,
If a sperm is wasted,
God gets quite irate.

Let the heathen spill theirs,
On the dusty ground,
God shall make them pay for
Each sperm that can't be found.

Every sperm is wanted,
Every sperm is good,
Every sperm is needed,
In your neighborhood.

Hindu, Taoist, Morman,
Spill theirs just anywhere,
But God loves those who treat their
Semen with more care.

Every sperm is sacred,
Every sperm is great,
If a sperm is wasted,
God gets quite irate.

Every sperm is sacred,
Every sperm is good,
Every sperm is needed,
In your neighborhood.

Every sperm is useful,
Every sperm is fine,
God needs everybody's,
Mine, and mine, and mine.

Let the pagans spill theirs,
O'er mountain, hill and plain.
God shall strike them down for
Each sperm that's spilt in vain.

Every sperm is sacred,
Every sperm is good,
Every sperm is needed,
In your neighborhood.

Every sperm is sacred,
Every sperm is great,
If a sperm is wasted,
God gets quite irate.

terça-feira, junho 28, 2005

E já vem tarde...

José Sócrates voltou a colocar na ordem do dia a questão do referendo sobre a Interrupção Voluntária da Gravidez. O Pimeiro-Ministro considera que os portugueses devem ser consultados, em breve, sobre este tema. À saída, Alberto Martins declarou aos jornalistas a intenção de o fazer até ao final do ano.

segunda-feira, junho 27, 2005

Bebi demasiado e não tenho Guronzan...

O mercúrio dos termómetros não pára de subir e as imperiais
parecem mais frescas do que nunca. Bebi demasiado e agora vejam só
o estado em que deixei o Cheers... Para se chegar às mesas é preciso
passar pela cabine de som, pelas estantes e até pela caixa registadora.
Já tentei voltar a pôr a mobília no lugar mas, com esta ressaca, não consigo.
Se, por acaso, me puderem ajudar, avisem.

Vende-se terreno soalheiro



É isso mesmo, terreno à venda encostado à Espanha com 3 frentes
com as seguintes características:

1) Bons acessos
2) Viabilidade de construção em cima do mar (diz-se que já não há mais onde construir)
3) Alto défice
4) Corrupção total
5) Povo com memória curta e que perdoa tudo
6) Empresários formados em fuga ao fisco
7) Jornalistas comprados
8) Funcionários malandros

Na compra deste pedaço de terra, ainda oferecemos:

a) Package de políticos incompetentes;
b) Conjunto de organismos públicos super lotados e com reforma garantida para os seus funcionários;
c) Viagens “à lá gardére” para os deputados;
d) Reformas chorudas por apenas dois mandatos de deputado;
e) Em caso de aperto pode fugir para o estrangeiro e obter altos cargos.


Urgência na venda devido a risco de colapso do edificio.
Necessita de limpeza URGENTE da CORRUPÇÃO, Clientelismo e FUGA AO FISCO

sábado, junho 25, 2005

Hoje só queria uns minutos de Sol

sexta-feira, junho 24, 2005

Antes...

... e Depois




Hoje é que um copo de água vinha mesmo a calhar...

quinta-feira, junho 23, 2005

A lua, ontem, quando nasceu, não foi pra todos...



Ao que consta, ontem esteve uma lua cheia fantástica.
Foi a "mais baixa" dos últimos 18 anos,
dando a sensação de estar maior que o habitual.
O que me espanta é que eu até a vi e
pareceu-me igual a todos os outros dias...
Parece que a lua, ontem, quando nasceu, não foi pra todos...

quarta-feira, junho 22, 2005

Já não aguento mais!



Por favor, esperem pelo final do Verão para fazerem mais manifestações... é que eu já não aguento mais!

segunda-feira, junho 20, 2005

300+600+1200=4617



Alguns membros do CDS consideram «difícil» que, tendo votado apenas 900 militantes em Lisboa e no Porto, o resultado final seja de 4617.

sábado, junho 18, 2005

Voltámos ao tempo do lápis azul... só que agora é rosa!

Não me chateiem, estou a trabalhar!



É sábado, está um calor do caraças, e sou obrigado a estar fechado numa redacção a trabalhar...
Cá estou, agora não me chateiem, estou a trabalhar!

Uma pausa prá fotografia durante os confrontos

sexta-feira, junho 17, 2005

Pois, foi tudo uma encenação...



A dança não é uma arte estática, está sempre a evoluir.
Pode não parecer, mas esta fotografia mostra um dos mais aplaudidos espectáculos de bailado brasileiro, agora em exibição numa praia perto de si.

quinta-feira, junho 16, 2005

Convívio no Martim Moniz

quarta-feira, junho 15, 2005

Até Sempre!





Foi ao som da "Internacional" que vários milhares de pessoas se despediram do líder histórico do PCP, Álvaro Cunhal.
Cunhal, Amigo, o Povo esteve uma vez mais contigo!

segunda-feira, junho 13, 2005

Portugal está hoje tão mais pobre...



ADEUS

Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.

Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro;
era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes
E eu acreditava.
Acreditava.
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.

Mas isso era no tempo dos segredos,
era no tempo em que o teu corpo era um aquário,
era no tempo em que os meus olhos
eram realmente peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.

Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor
já se não passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.

Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.

Adeus.

in «Os Amantes sem Dinheiro» (1950)

Até amanhã, Camarada!



Álvaro Barreirinhas Cunhal, nascido em Coimbra, em 10 de Novembro de 1913, hoje falecido aos 91 anos, morreu comunista como resolveu sê-lo aos 17 anos.
A sua vida confunde-se com a do Partido Comunista Português, para o qual foi sempre uma referência, mesmo depois de ter cedido a sua cadeira de secretário-geral, em Dezembro de 1992.
O pai de Álvaro, Avelino Cunhal, era advogado de província tendo chegado a governador civil da Guarda.
Fez a primária em casa, mas aos 11 anos, a família mudou-se para Lisboa, tendo estudado nos liceus Pedro Nunes e Camões.
Em 1931, com 17 anos, ingressou na Faculdade de Direito de Lisboa e, eleito representante dos estudantes de Lisboa no Senado Universitário, a sua primeira proposta foi acabar com a Mocidade Portuguesa.
No mesmo ano filiou-se no PCP, entrou para a Liga dos Amigos da URSS e do Socorro Vermelho Internacional e depressa subiu os degraus da organização do partido.
Em 1935 já era secretário-geral das Juventudes Comunistas e no ano seguinte entrava para o Comité Central, que o enviou a Espanha, onde viveu os primeiros meses da guerra civil, uma experiência que o inspirou para o seu romance "A Casa de Eulália".
Aos 24 anos, em 1937, sofre a primeira prisão, no Aljube e Peniche.
Por questões políticas foi obrigado ao serviço militar (início de Dezembro de 1939) na Companhia Disciplinar de Penamacor, mas por motivos de saúde, a junta militar dispensou-o pouco depois.
Em Maio de 1940 foi novamente preso.
Estudou na cela e foi à Faculdade, sob escolta policial, defender a sua tese (100 páginas, confiscadas depois pela PIDE) sobre a realidade social do aborto e a sua despenalização.
Em 1941, trabalhou como regente de estudos no Colégio Moderno, a convite de João Soares e chegou a dar explicações a Mário Soares, mas, no final do ano, passa à clandestinidade.
Até 1947 conseguiu pôr de pé o partido, restabelecer as relações com a Internacional Comunista (interrompidas em 1938) e ganhou todos os "desvios internos", sendo mesmo o responsável pelo relatório político apresentado no II e IV Congressos.
Preso de novo pela PIDE em 1949, no ano seguinte é levado a julgamento e é condenado a quatro anos de prisão maior celular, seguida de oito anos de degredo.
Na prisão escreve e desenha. Esteve mais de oito anos isolado numa cela.
"Quando se tem um ideal o mundo é grande em qualquer parte", lembraria mais tarde.
A 03 de Janeiro de 1960 foge, com outros camaradas, do Forte de Peniche, uma fuga espectacular e novo período de clandestinidade.
No ano seguinte é eleito secretário-geral (cargo vago desde 1942).
E, mesmo vivendo no exílio, entrou e saiu várias vezes do País e consegue publicar em 1964 o "Rumo à Vitória", cujas teses ainda perduram no núcleo duro do PCP.
Cinco dias após o 25 de Abril de 1974, Cunhal regressou a Lisboa, vindo de Paris, para a 15 de Maio tomar posse como ministro sem pasta no governo provisório.
Entre 1975 e 1992 foi deputado à Assembleia da República, mas só por curtos períodos ocupou o lugar na sua bancada.
Em 1982, torna-se membro do Conselho de Estado, cargo que abandonou em 1992, ano em que cedeu liderança do PCP a Carlos Carvalhas, para passar a presidente nacional do Conselho Nacional do partido, um cargo criado à sua medida e extinto anos depois.
Passou incólume aos desaires internos: o "grupo dos seis" e a "terceira via" em 1986; em 88 o caso Zita Seabra, que acaba por ser expulsa dois anos depois.
Quando regressa a Portugal, o partido sofre sucessivos contratempos: o grupo do INES e a "quarta via", a queda do muro de Berlim e a "perestroika".
Livre das luzes da ribalta partidária, nem por isso deixou de influenciar os destinos dos comunistas portugueses, embora tenha assumido claramente apenas a sua condição de romancista e esteta.
Os seus contactos com jovens multiplicaram-se, mas tiveram de passar 28 anos sobre o 25 de Abril para Cunhal ser convidado a falar na Universidade Católica (1997), onde surpreendeu todos ao dizer que Jesus Cristo se sentiria mais próximo dos comunistas.
Com obras publicadas como ideólogo do marxismo-leninismo (entre as quais "Rumo à Vitória" e "Partido com Paredes de Vidro"), só em 1995 reconheceu publicamente ser ele o Manuel Tiago da ficção literária "Até amanhã Camaradas", "Cinco Dias e Cinco Noites", "Estrela de Seis Pontas" e "A Casa de Eulália" e o António Vale que assinava temas plásticos e fazia desenhos como as suas célebres ceifeiras.
Após a aprovação no Comité Central do "Novo Impulso", um documento que em 1998 imprimia um sentido renovador às linhas de orientação do partido para os anos seguintes, Álvaro Cunhal fez uma ronda de sessões de esclarecimento pelo país, alertando contra as "tendências de social-democratização" no PCP.
Nos últimos anos esteve sempre afastado da cena política devido à sua avançada idade e ao seu estado de saúde.
Em Novembro último, voltou a enviar uma nova mensagem ao XVII Congresso, também saudada de pé pelos militantes.
Álvaro Cunhal teve uma filha única, Ana (a mãe foi a sua companheira de exílio Isaura Dias) embora a mulher dos seus últimos anos fosse Fernanda Barroso.

in Público

sábado, junho 11, 2005

Força, força Companheiro Vasco!



Militar. Surgiu no Movimento dos Capitães em Dezembro de 1973, numa reunião alargada da sua comissão coordenadora efectuada na Costa da Caparica. Coronel de engenharia viria a integrar a Comissão de Redacção do Programa do Movimento das Forças Armadas. Passou a ser o elemento de ligação com Costa Gomes. Elemento da Comissão Coordenadora do MFA, foi, mais tarde, primeiro ministro de sucessivos governos provisórios (II a V). Tido geralmente como pertencente ao grupo dos militares próximos do PCP, perdeu toda a sua influência na sequência dos acontecimentos de 25 de Novembro de 1975.

sexta-feira, junho 10, 2005

Promoções do comboio da linha: 1,25 € viagem para o Brasil com direito a arrastão



Cerca de 500 adultos e jovens constituídos em vários grupos entraram hoje, pelas 15h00, na praia de Carcavelos, no concelho de Cascais, e assaltaram e agrediram inúmeros banhistas, segundo informou a PSP, que efectuou disparos para o ar.
O comissário Gonçalves Pereira, da esquadra da Polícia de Seguranla Pública (PSP) de Cascais, afirmou à Lusa que os "gangs" fizeram vários assaltos, criando o pânico e a confusão na praia de Carcavelos, onde se encontram muitos banhistas.
A PSP de Cascais fez deslocar para a zona diversos elementos, nomeadamente das secções de intervenção e de investigação criminal, tendo os agentes policiais feito disparos para o ar para atemorizar os assaltantes.
Não há conhecimento, para já, que a PSP tenha feito detenções. Há informação de duas mulheres feridas, mas uma das vítimas disse aos jornalistas que foi atingida "por engano" pelos agentes policiais.
Compareceram ainda no local ambulâncias dos bombeiros e do Instituto Nacional de Emergência Médica.

quarta-feira, junho 08, 2005

A guerra pla suposta paz já matou 12 mil pessoas

Alguns gritam NÃO PAGAMOS! Na Madeira é mais NÃO RENUNCIAMOS!

terça-feira, junho 07, 2005

Alguém me arranja o contacto de uma imobiliária em Marte?



Há algum tempo que andava a pensar sair do país mas, pensando melhor, acho que não há lugar na Terra onde me apeteça estar.
Por isso, alguém me arranja o contacto de uma imobiliária em Marte?

segunda-feira, junho 06, 2005

Principalmente pra ti...



Essa miúda faz-te acreditar
Que o sol é um presente que a aurora traz
Principalmente pra ti...

O Sol de hoje foi pra ti!
Parabéns!

sexta-feira, junho 03, 2005

A Cabala: Parte 2



Primeiro pedem sacrifícios...
Agora pedem-nos a capacidade racional!

quinta-feira, junho 02, 2005

É triste quando começamos a concordar mais com o PSD do que com o PS

O BE apresentou hoje na Assembleia da República uma proposta de alteração das regras do sigilo bancário.
PS e PP votaram contra, todas as outras bancadas votaram a favor.
Como é óbvio, a proposta chumbou.

quarta-feira, junho 01, 2005

Hoje é o Dia Mundial da Criança



Mais de metade das crianças do mundo sofrem de privações devido à pobreza, guerra e como consequência do HIV, o que acaba por lhes negar o direito à infância e atrasa o desenvolvimento dos países, diz o último relatório da UNICEF.
O documento intitulado «Crianças sob ameaça» centra-se em três pontos: sida, conflitos armados e pobreza, e mostra que os países, ao não respeitarem as normas estipuladas na Convenção dos Direitos da Criança (de 1989), causam danos permanentes.
Segundo o relatório, mais de metade das crianças dos países em desenvolvimento sofrem de privação de um ou mais bens considerados essenciais à infância.
640 milhões não têm um tecto, 500 milhões não têm acesso a instalações sanitárias, 400 milhões são privadas de água potável, 300 milhões não têm acesso à informação, 270 não têm serviços de saúde, 140 milhões (na sua maioria meninas) nunca foram à escola e 90 milhões sofrem de fome.
Dados ainda mais preocupantes se considerarmos que 700 milhões de crianças de todo o mundo vivem sem dois ou mais destes bens essenciais.
O relatório mostra ainda que a pobreza não é exclusiva dos países em desenvolvimento já que em 11 dos 15 países desenvolvidos analisados, a percentagem de crianças a viver em lares com baixos rendimentos aumentou na última década.
Milhões de crianças em todo o mundo sofrem também os efeitos da guerra. Segundo este estudo, mais de metade dos 3,6 milhões de pessoas que morreram em consequência da guerra, desde 1990, eram crianças. Centenas de milhar de crianças continuam a ser recrutadas como soldados, raptadas como arma ou são vítimas de diversos crimes.
A UNICEF considera que embora tenha havido alguns progressos, estes são ainda insuficientes quando se trata de minorar os efeitos da guerra na vida das crianças. O relatório mostra ainda que numa guerra com duração de cinco anos, a taxa de mortalidade de crianças com menos de cinco anos aumenta em 13 por cento.
A Sida é outro dos flagelos que tem vindo a afectar a população infantil de todo o mundo. Os números apontam para 15 milhões de órfãos em consequência da doença. O desaparecimento dos adultos obriga as crianças a começar a trabalhar para garantir o sustento, geralmente entrando num mercado de trabalho em que são explorados ou exercendo serviços perigosos.
Mas as crianças também são vítimas da SIDA. O relatório mostra que mais de dois milhões crianças (com menos de 15 anos) estão têm HIV, e metade dos bebés infectados morrem antes de atingir os dois anos.
A directora executiva da UNICEF, Carol Bellamy, afirma que «demasiados governos estão a tomar decisões deliberadas que objectivamente prejudicam as crianças». E considera que «a pobreza, a guerra não surgem do nada, e a SIDA não se propaga por vontade própria». «São escolhas nossas», diz.
Carol Bellamy considera que «quando metade das crianças do mundo crescem com fome e doenças e localidades inteira são dizimadas pela SIDA, é porque falhamos».
55 anos depois da criação do Dia Mundial da Criança, muitos progressos já foram feitos, mas também surgiram novos problemas, e milhões de crianças continuam a ver negado o direito à infância.

in Portugal Diário